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Propósito: Uma nova visão do Trabalho

A visão do trabalho passou por diversas transformações ao longo da história. Antigamente, era visto como uma necessidade básica para a sobrevivência, uma forma de garantir o sustento e a segurança da família. Com o passar do tempo, o trabalho se tornou um símbolo de status e reconhecimento social. As pessoas buscavam carreiras que lhes proporcionam prestígio e ascensão social.

Nos dias de hoje, o trabalho está assumindo um novo significado. As pessoas estão buscando um propósito maior em suas atividades profissionais, algo que vá além do salário e do status. Elas desejam se sentir úteis, fazer a diferença no mundo e contribuir para algo que considerem importante.

Essa mudança de perspectiva está sendo impulsionada por diversos fatores, como a crescente consciência social e ambiental, a valorização da qualidade de vida e a busca por um maior significado na vida pessoal e profissional.

As pessoas estão buscando empresas que compartilhem seus valores e que lhes ofereçam oportunidades de desenvolvimento. Elas desejam trabalhar em projetos que façam a diferença no mundo e que contribuam para a construção de um futuro melhor.

Os benefícios de buscar um propósito no trabalho são muitos. As pessoas que se sentem engajadas em suas atividades profissionais são mais felizes, produtivas e criativas. Elas também são mais propensas a permanecerem em seus empregos por mais tempo.

Um estudo recente da Deloitte revelou que 83% dos millennials (nascidos entre 1983 a 1994) acreditam que o trabalho deve ter um propósito maior do que apenas ganhar dinheiro. O estudo também mostrou que as empresas que são capazes de articular um propósito claro e convincente são mais propensas a atrair e reter talentos.

Buscar um trabalho que faça sentido com o propósito de vida de cada um é uma jornada individual. É importante que cada pessoa reflita sobre seus valores, seus talentos e suas aspirações para encontrar um trabalho que lhe traga significado e realização.

Ao encontrar um trabalho que tenha um propósito, as pessoas podem alcançar um maior nível de satisfação profissional e contribuir para a construção de um mundo melhor.

Referências:

  • Deloitte: Millennial Survey 2023: https://www2.deloitte.com/br/pt/pages/human-capital/articles/millennials-survey.html

Recomendações:

  •         Livro: “Ikigai: Os cincos passos para encontrar seu propósito de vida e ser mais feliz” Autor Ken Mogi.
  •         Filme: “Nomadland” (2020)

Psicóloga Sthephany M C Alves da Silva CRP: 08/23926

Em um mundo cada vez mais veloz e caótico, o autoconhecimento emerge como um farol que nos guia em direção à felicidade autêntica. Mais do que uma mera busca por introspecção, é uma jornada de descobertas, em que desvendamos as nuances de nosso ser, explorando nossas emoções, pensamentos e comportamentos.

Ao iniciarmos essa jornada, embarcamos em um processo transformador de autoconsciência. Observamos nossos padrões de comportamento, reconhecemos nossos gatilhos emocionais e identificamos as crenças que moldam nossa visão de mundo. Essa clareza nos permite tomar decisões mais conscientes, construir relações mais saudáveis e navegar pelos desafios da vida com maior resiliência

O autoconhecimento também nos leva a um encontro com nossa essência. Descobrimos nossos talentos e valores, definimos nossos objetivos e traçamos o caminho para uma vida com mais significado e propósito. Lembre-se, o autoconhecimento é um presente que você oferece a si mesmo. Invista tempo e energia nessa jornada e desfrute dos frutos da felicidade autêntica. O autoconhecimento é uma jornada contínua, sem um destino final definido. É um processo que nos convida a revisitar constantemente nossas crenças, valores e objetivos, ajustando-os à medida que crescemos e evoluímos.

Dicas para Embarque nessa Jornada:
• Leitura: “O Poder da Autorresponsabilidade” de Paulo Vieira – Um guia prático para assumir o controle da sua vida.
• Documentário: “Além da Liberdade” de Viktor Frankl- Uma história inspiradora sobre a força do espírito humano.

5 perguntas para impulsionar sua jornada de autoconhecimento:

1. Quais são seus valores mais profundos?
O que realmente importa para você na vida? Quais princípios norteiam suas decisões e ações? Refletir sobre seus valores oferece uma bússola interna para guiá-lo em direção à sua felicidade autêntica.

2. Quais são seus medos mais frequentes?
Enfrentar seus medos de frente pode ser um desafio, mas é um passo crucial para o autoconhecimento. Compreender a origem e o impacto de seus medos te empodera para superá-los e conquistar seus objetivos.

3. Quais são seus talentos e habilidades únicas?
Descubra o que te torna especial! Quais atividades te trazem entusiasmo e energia? Reconhecer seus talentos e habilidades te permite colocá-los a serviço do seu propósito e contribuir de forma significativa para o mundo.

4. Quais são suas maiores conquistas até hoje?

Olhar para trás com gratidão te ajuda a identificar seus pontos fortes e celebrar suas vitórias. Reconheça seus aprendizados e o caminho percorrido, construindo uma base sólida de autoconfiança para o futuro.

5. Quais são seus sonhos e aspirações para o futuro?
O que te motiva a levantar da cama todas as manhãs? Quais são seus objetivos e planos para o futuro? Visualizar seus sonhos e traçar metas realistas te aproxima da vida que você deseja construir.

Dica Extra: Reserve um tempo para anotar suas reflexões em um diário. Essa prática te ajuda a organizar seus pensamentos, acompanhar seu progresso e fortalecer o processo de autoconhecimento.

 

Psicóloga Sthephany M C Alves da Silva

CRP 08/23926

O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, é uma data que nos convida a refletir sobre a longa jornada percorrida pelas mulheres em busca de igualdade e reconhecimento. A origem da data remonta a 1917, quando milhares de mulheres russas tomaram as ruas em protesto contra as precárias condições de trabalho e a fome. Esse marco histórico simboliza o início de um movimento global que ecoa até os dias de hoje.

No mundo do trabalho, a presença feminina se torna cada vez mais forte e inegável. As mulheres conquistam espaço em áreas antes dominadas por homens, ocupando cargos de liderança e desafiando estereótipos. Apesar dos avanços, ainda há muito a ser feito para alcançarmos a tão sonhada igualdade salarial e de oportunidades.

Neste dia, é fundamental agradecer a todas as mulheres que, com bravura e determinação, abriram caminho para as conquistas que hoje desfrutamos. Reconhecemos a luta das sufragistas, das pioneiras em diversas áreas profissionais, das mães que equilibram carreira e família e de todas que, diariamente, enfrentam os desafios impostos por uma sociedade ainda machista.

É importante lembrar que a luta pela igualdade não é individual, mas sim um esforço coletivo. A união das mulheres é essencial para superarmos os obstáculos que ainda persistem. Juntas, somos mais fortes e podemos alcançar grandes feitos.

Para aprofundar sua reflexão sobre o tema, recomendamos a leitura de dois livros:

  • “O Segundo Sexo” de Simone de Beauvoir: Um clássico que analisa a construção social da mulher e a sua posição na sociedade.
  • “Mulheres que Correm com Lobos” de Clarissa Pinkola Estés: Uma obra queexplora a força e a sabedoria da mulher selvagem.

E para se inspirar com histórias inspiradoras, assista a estes dois filmes:

  • “Erin Brockovich – Uma Mulher de Talento”: Baseado em fatos reais, conta a história de uma mãe solteira que enfrenta uma grande empresa por contaminação da água potável.
  • “Estrelas Além do Tempo”: Narra a história de três matemáticas negras que trabalharam na NASA e foram fundamentais para o sucesso da corrida espacial americana.

Que o Dia Internacional da Mulher seja um dia de reflexão, celebração e união. Que a força e a perseverança feminina continuem a inspirar e transformar o mundo.

 

Psicóloga Sthephany M C Alves da Silva

CRP 08/23926

Transparência no processo seletivo

Muitas organizações ainda realizam o processo de recrutamento e seleção com diversas etapas. Entre elas, análise de currículo, entrevista com psicóloga, entrevista com gestor, dinâmica de grupo, teste de perfil, teste técnico e por último a finalização do processo.

Em alguns casos o candidato desiste no meio do processo seletivo por falta de transparência das organizações.

Por vezes o candidato não sabe quantas etapas terá o processo seletivo ou então por falta de informações sobre a vaga, como: benefícios, remuneração, empresa contratante.

As organizações precisam ter um olhar mais empático para os candidatos, avisando previamente sobre como será o processo seletivo da vaga, avisando também com antecedência o horário marcado da entrevista, e algumas informações sobre a vaga, pois pode acontecer que os requisitos não estejam alinhados com o que o candidato busca profissionalmente.

Atualmente o mercado de trabalho está muito aquecido e possuem diversas oportunidades de emprego, os candidatos estão participando de dois ou até três processo simultaneamente, analisam os perfis da vaga e a cultura das empresas para poder aceitar a melhor proposta.

As organizações precisam ser mais ágeis na contratação, pois podem perder ótimos candidatos por falta de transparência e demora no processo seletivo.

A vaga precisa estar bem alinhada entre gestores e recrutadores, para que a busca do perfil seja mais adequada.

Quanto mais informações e requisitos sobre a vaga forem passadas para os candidatos e quanto mais agilidade houver no processo seletivo, mais assertividade as organizações terão na contratação.

 

Psicóloga Sthephany M C Alves da Silva

  • O que é e o que faz o Departamento Pessoal de uma empresa?

O Departamento Pessoal (DP) é uma área estratégia para qualquer empresa. Trabalham nessa área profissionais especializados na gestão de processos administrativos e de legislação trabalhista.

As principais atividades do Departamento Pessoal são: processo de admissão;  gerenciamento de férias, licenças e afastamentos; controle de encargos sociais e trabalhistas; controle de impostos, taxas e contribuições; folha de pagamento; e, controle da jornada de trabalho (ponto).

 

  • O que faz o Recursos Humanos? Qual a diferente entre ele e o DP?

O Departamento de Recursos Humanos é responsável por estabelecer uma relação entre a empresa e seus colaboradores, garantindo assim um ambiente organizacional que promova o bem-estar de todos, gerando o engajamento e fidelização. Também promove o desenvolvimento das competências profissionais  dos colaboradores.  Nesse aspecto o RH tem a missão de desenvolver a capacidade produtiva dos colaboradores, fazendo com que eles possam exercer todo o seu potencial .

O Departamento de Recursos Humanos contempla todos os subsistemas inerentes ao gerenciamento das equipes de colaboradores da empresa, enquanto o Departamento Pessoal é um destes subsistemas – responsável pela rotina administrativa legal, relacionada a legislação trabalhista.

 

  • E gestão de Pessoas, o que o difere entre os outros dois setores?

A gestão de pessoas ou gestão de gente tem o foco nos colaboradores, mais especificamente na pessoa. O objetivo principal é promover a fidelização do colaborador com a empresa. Para isso são utilizadas ferramentas e técnicas focadas no indivíduo. Busca  equilibrar os objetivos dos colaboradores com as metas da organização. Para tanto, são estabelecidas ações como: Employer Branding (marca empregadora); programa de benefícios,  treinamentos e desenvolvimento; experiência do colaborador; avaliação de desempenho; trilha de carreira; pesquisa de clima organizacional; programa de feedback e comunicação assertiva; entre outras ações.

  • Entre os três, existe o que é mais importante? Explique.

Ambos são equiparados em importância, cada um tem a sua contribuição no gerenciamento das equipes nas empresas. O Recursos Humanos contempla todas as ações. Para que ele tenha resultados, precisa de um departamento pessoal que zele pelas questões legais trabalhistas, evitando assim passivos e desconfortos com os colaboradores, por exemplo, por erro em folha de pagamento. A Gestão de Pessoas possui o foco no individual, busca entender e propor soluções que gere a satisfação e automotivação do indivíduo enquanto colaborador.

 

  • Destaque a importância de cada um deles.

Recursos Humanos: Garante o gerenciamento de todos os subsistemas do departamento

Departamento Pessoal: Garante os processos burocráticos e legislação trabalhista e normas.

Gestão de Pessoas: Foca no indivíduo e na sua experiência e engajamento na empresa

 

  • Os três setores trabalham de forma integrada, se complementam? Ou cada um tem a sua atividade distinta? Explique.

Ambos os setores estão correlacionados com foco único nos colaboradores. Departamento Pessoal realizam processos burocráticos e legais. A Gestão de Pessoas tem o seu foco no bem-estar do colaborador, gerando resultados para organização. E o gerenciamento de todas estas ações através do Departamento de Recursos Humanos.

 

  • Gestão de Pessoas envolve quais outros setores dentro de uma empresa? Comunicação Interna, por exemplo, pode ser um exemplo disso… Por quê?

A gestão de pessoas contempla uma série de ações com objetivo em aumentar o bem-estar do colaborador e melhorar o ambiente de trabalho, para isso podem ser desenvolvidas pilares como Employee Branding – Marca Empregadora; Seleção por Competências e Solf Skills; Avaliação do Período de Experiencia;  Treinamento e Desenvolvimento da Liderança; Avaliação de Desempenho com meritocracia;  Processo de Feedback e Reconhecimento; PDI – Plano de Desenvolvimento Individual; Descrição de Cargos e Funções; Programa de Benefícios – EVP: Employee Value Proposition; Engajamento e Retenção – Pesquisa de eNPS. Processo de Desligamento Assertivo.

  • Qual formação é preciso para trabalhar em cada uma das áreas?

A grande maioria dos profissionais da área de Recursos Humanos possui formação em áreas como: Psicologia, Direito, Administração, Serviço Social, Contabilidade, Pedagogia, RH, entre outras. Contudo nos últimos anos tivemos a entrada de profissionais com formação na área de ciências exatas, como: Engenharia, Química, Matemática e outras. Este fenômeno se dá, por exemplo, pela exigência do Departamento de Recursos Humanos em desenvolver KPIs (indicadores chaves de performance) para o melhor gerenciamento do departamento.

 

  • É possível um mesmo profissional integrar os 3 papéis?

Irá depender do profissional e da sua habilidade de desenvolver competências técnicas e comportamentais. Exemplo disso é o profissional do departamento pessoal, o qual utiliza competências técnicas por conta de cálculos, legislação, normas etc. Diferente da área de gestão de pessoas que exige competências mais comportamentais.  Há uma maior facilidade de desenvolver competências técnicas do que as comportamentais. Exigindo do profissional técnico um maior esforço para desenvolver competências comportamentais, conhecidas como Soft Skills.

 

Ronaldo Reis da Cruz

Psicólogo Organizacional – Rheis Gestão de Pessoas

É cada vez maior o número de clientes exigentes e cada vez mais curiosos, um mercado cada vez mais competitivo e adverso. Soma-se a isso a dificuldade de encontrar talentos para contratação. Sobreviver a este cenário exige contar com uma equipe de colaboradores engajados e fidelizados com a empresa. A Gestão de Pessoas é estratégica para cuidar das equipes, com uso de  instrumentos, ferramentas e técnicas para melhorar a qualidade da relação colaborador-empresa.

 

  • De que forma começar a estruturar a área de gestão de pessoas em uma empresa?

Se a empresa já contar com um RH ou Profissional que represente este departamento, ela pode iniciar elaborando ou multiplicando sua Missão, Visão e Valores. O que a empresa faz, a sua missão, onde quer chegar, sua visão, e os seus valores, a base de suas ações. Essa ação direcionará todas as demais atividades da Gestão de Pessoas. Com a clareza de onde a empresa deseja chegar, por exemplo, ela irá contratar profissionais que possam contribuir com esta meta, bem como irá treinar a sua equipe em direção a este objetivo.

 

Pode-se também estruturar área de gestão de pessoas com os pilares, como:

  1. Recrutamento e Seleção;
  2. Marca Empregadora (experiencia do colaborador);
  3. Cultura de inovação;
  4. Plano de carreira ou de crescimento bem estruturado;
  5. Treinamento e Desenvolvimento;
  6. Ambiente de trabalho agradável e saudável;
  7. Avaliação de Desempenho;
  8. Reconhecimento e feedbacks constantes;
  9. Plano de benefícios não apenas monetário, mas focado também no bem-estar.

 

Se a empresa não contar com um Departamento de RH ou mesmo com um profissional que desenvolva as atividades de responsabilidade deste departamento, a sugestão é contratar ou nomear algum profissional da empresa que tenha o perfil adequado para estas atividades, ou então contratar uma consultoria especializada em Gestão de Pessoas.

  • Investir em uma área específica em gestão de pessoas pode refletir positivamente nos resultados financeiros de uma empresa? De que forma?

Treinamento e desenvolvimento é um dos principais pilares da Gestão de Pessoas, com ele é possível desenvolver as habilidades  e competências dos colaboradores, gerando engajamento, fidelização e com isso melhores resultados para organização. O processo se inicia com o levantamento das necessidades de treinamentos com as equipes de liderança, RH, gestores e com os próprios colaboradores. Com estes dados em mãos, elabora-se o programa de treinamento e desenvolvimento. Este programa pode ocorrer por meio de: programa de treinamentos modulares, palestras, bolsas de estudo, etc. Lembrando sempre em alinhá-lo à Missão, Visão e Valores da organização.

 

  • Hoje, os empresários que relutarem em acompanhar este movimento que o mercado vem desempenhando ( o de valorizar e investir no capital humano) ele terá problemas no futuro? Quais?

Falta de equipe qualificada, perda de clientes pela falta de atendimento adequado, alto custo com processos de demissão e reposição do quadro de colaborador, imagem ruim da marca empregadora, falta de aderência (fit entre colaborador e empresa), são alguns dos problemas possíveis as serem enfrentados pelos empresários que não investirem no capital humano de suas empresas.

 

  • Deixe uma mensagem aos empresários falando sobre a necessidade de voltar seu olhar para o colaborador e investir em capacitações, treinamentos e políticas de premiação e benefícios que beneficiarão o todo.

Para que uma empresa possa entregar o seu produto ou serviço com excelência para os seus clientes, é necessário que seus colaboradores estejam capacitados, atualizados, engajados e se sintam parte da empresa, e principalmente: que tenham um propósito na empresa. Todo o resultado passa necessariamente pelas mãos dos colaboradores, ele pode ser um agente de crescimento e produtividade em uma empresa. Investir em ações de desenvolvimento e valorização meritocrática é um caminho para que isso aconteça.

 

Ronaldo Reis da Cruz

Psicólogo Organizacional – Rheis Gestão de Pessoas

Os hábitos são inevitáveis, são comportamentos que em muitas vezes são involuntários por um exercício de sempre repetir a mesma coisa, sem muito esforço. Como dirigir, tocar um instrumento, comer, andar, etc… fazemos muitas coisas de forma automática todos os dias, estão ligadas ao ambiente que estamos inseridos, nossa cultura, experiências vividas, etc. Nem todos os hábitos são positivos para nós -, alguns inclusive podem nos trazer prejuízos –  estes são os mais difíceis de mudar. Hábitos como se alimentar de forma incorreta, procrastinar, usar exageradamente o celular etc, necessitam de muita consciência e força para mudar.

Os hábitos podem ser ignorados, modificados e substituídos. De fato, eles nunca desaparecem, estão registrados em nosso cérebro. Neste sentido, isto é muito vantajoso para nós, pois seria demasiado desgastante se tivéssemos que reaprender coisas a todo tempo. O problema é que o nosso cérebro não sabe diferenciar os que são hábitos bons ou ruins.

A estrutura do hábito é dividida em três estágios: DEIXA (ou GATILHO), ROTINA e RECOMPENSA. A Deixa (ou Gatilho) é um estímulo que direciona o cérebro a entrar em modo automático e determina qual o hábito (padrão mental) deve ser utilizado. A Rotina por sua vez pode ser mental, física ou emocional. E por fim a Recompensa, que reforça o cérebro avaliar se vale a pena registrar e memorizar a ação, e assim a torna-la um hábito.

Para que se mude um hábito é necessário identificar qual é a DEIXA OU GATILHO, estabelecer novas rotinas e assim obter recompensa que seja satisfatória. Certamente alguns hábitos podem ser mais difíceis de mudar, e em algumas situações isso pode levar um certo tempo. Porém uma vez que entendemos, como é o funcionamento de um hábito, ganham-se  a possibilidade e oportunidade de termos resultados extraordinários.

 

Ronaldo Reis da Cruz

Psicólogo Organizacional – Rheis Gestão de Pessoas